quarta-feira, 25 de setembro de 2013


AS TRÊS FASES DO CASAMENTO

1º A fase da apreciação: É a fase da lua de mel. É a fase em que se apreciam muito, onde o marido é visto como um príncipe azul. É uma pena que com o passar do tempo alguns vão ficando desbotados, meio cinzentos, etc.

2º A fase do ajuste mútuo ( Os desencontros). É nesta fase que o casal deveria manter a dinâmica da vida conjugal flexível. As árvores que aguentam firmes quando vem os ventos fortes, são as que tem flexibilidade.
Nenhuma estrutura rígida demais suporta os abalos da vida. Nunca se esqueça que o poder da graça flexibiliza, e o poder do perdão é o poder da flexibilização. Onde existe esta flexibilidade, os casamentos não se quebram, mas são fortalecidos.

3º A fase da Realização: É o caminho do prazer e da plenitude de realização. Qual destas fases você está vivendo? Nós precisamos chegar na fase da realização plena, onde um aprende com o outro ao dar-se como pessoa. É aqui que começamos a usufruir das riquezas da graças de Deus como cônjuges, um projetando a glória do outro.

Muitas pessoas esperam que um bom relacionamento sexual, produza um bom casamento, porém é exatamente ao contrário, um bom casamento ( tempo com qualidade juntos) é que produz bom relacionamento sexual.

Pr. José Martins

quinta-feira, 12 de setembro de 2013


LUTANDO CONTRA A HIPOCRISIA 
MATEUS 23; LUCAS 18.9-14

O QUE É HIPOCRISIA? Hipocrisia ( hopokrisis-hypokrinesthai) significa no grego secular a arte de representar uma personagem, de executar um papel teatral nos dramas e nas comédias. Hipócrita, portanto, era o artista capaz de transportar-se de maneira verossímil, convincente, para o representado. No Novo Testamento, hipócrita é aquele de religiosidade brilhantemente externa, mas sem correspondência interna; o que ensina o correto, mas não vivencia o que prega: Fazei e guardai, pois tudo quanto eles vos disserem, porém, não os imiteis em suas obras; porque dizem e não fazem ( Mt 23.3). O hipócrita assume postura de crente, exibindo virtudes que não possui, vestindo a pele de cordeiro, sendo lobo.

MALES DO HIPÓCRITA E DA HIPOCRISIA: Não entram e não deixam entrar. Fecham o Reino dos Céus diante dos homens ( Mt 23.13). Não entram porque são hipócritas, e impedem os honestos de entrarem, pois, ninguém honestamente, quer ser irmão de falso crente.

Caridade Verbal: Verbalizam caridade, mas praticam desamor. Oram pelas viúvas depois de lhes terem destruído as casas ( Mt 23.14).

Filhos do Inferno: São proselitistas fanáticos não para Cristo, mas para si mesmos. Os adeptos catequizados tornam-se semelhantes aos catequizadores ( Mt 23.15). São filhos do inferno, aliciando incautos e influenciávéis para o rol dos incautos.

Santificação e arrecadação: Os hipócritas preocupam-se não com o altar, mas com o seu ouro e com a oferta sobre ele ( Mt 23.16-19). São religiosos voltados para Mamom, não para Cristo. O interesse deles está no que a Igreja rende, na fidelidade dos contribuintes, na generosidade dos prosélitos. A grande santificação se mede pela grande arrecadação.
Guia cegos: São formalistas e exibem o formalismo como meio de influência, ostentando piedade que não possuem. Os fariseus davam o dízimo das mínimas coisas, mas negligenciavam a justiça, a misericórdia e a fé ( Mt 23.23). Por isso Jesus os classificou de guias cegos que coavam mosquitos e engoliam camelo (v.24). 

Túmulos caiados: Cuidam bem da visibilidade, do rótulo, da expressividade, do convencimento pio, e se descuidam do conteúdo, do íntimo, do fato interno, da veracidade, da semente, do templo do Espírito Santo, que produz a liturgia dos atos verdadeiros, do culto sincero. Cristo comparou os hipócritas do farisaísmo com túmulos caiados, belos por fora e imundos por dentro ( Mt 23.25-28). Equidade externa; iniquidade interna ( v.28). Tudo fazem para serem notáveis e notados, vistos e aplaudidos (  23.5-7,6.1,6).

Orações inúteis: Possuem piedade pública ostensiva, alardeada, mas írritas de fé pessoal e consagração veraz. A oração deles, bem elaborada e repetitiva, não se endereça a Deus; destina-se aos espectadores
( Mt 6.5,6).

Hipocrisia: Amor hipócrita. Paulo ensina que o amor seja sem hipocrisia ( Rm 12.9). Fingimento no amor é a mais dolorosa falsidade, a mais cruel das ingratidões.

Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós, que não venhamos cair na cilada do Diabo Deus vos abençõe em Cristo Jesus! Sejamos crente de verdade medite nessa mensagem, hoje a Igreja está cheia de hipócritas principalmente sentados em nossos púlpitos ensinando o certo e não vivendo a que ensina.

Pr. José Martins. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013


DEUS CONDUZ O SEU POVO AO DESERTO

Tendo Faraó deixado ir o povo, Deus não o levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse: Para que, porventura, o povo não se arrependa, vendo a guerra, e torne ao Egito. Porém Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto perto do mar Vermelho; e, arregimentados, subiram os filhos de Israel do Egito (Êx 13.17,18).
 
 DEUS ESTÁ POR TRÁS DE TODOS OS EVENTOS DA HISTÓRIA.
 
Quando lemos a sentença: Tendo Faraó deixado ir o povo, podemos interpretar que a saída do povo de Israel do Egito foi um ato político fruto da decisão de um homem. A verdade, porém, é outra. Foi Deus quem tirou o Seu povo do Egito! A saída foi um ato soberano de Deus, uma operação de resgate e libertação. Mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito (Dt 7.8). E o SENHOR nos tirou do Egito com poderosa mão, e com braço estendido, e com grande espanto, e com sinais, e com milagres (Dt 26.8).
 
Deus é o responsável pela salvação do Seu povo ou dos Seus escolhidos. Paulo declara sobre a nossa salvação: Ele nos libertou do império das trevas e nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor (Cl 1.13).
 
Tomamos o deserto como uma metáfora da vida, do palco onde se desenrola o drama da vida cristã. E há momentos em nossa vida em que experimentamos uma espécie de deserto espiritual, momentos de secura e escassez de alegria espiritual. Viajando pelo Deserto, é motivar espiritualmente o povo de Deus a vencer o deserto.
Pastor José Martins

quarta-feira, 4 de setembro de 2013


O EVANGELHO DE DEUS ROMANOS 1.1-17

Nem tudo que reluz é ouro! Este é um ditado que se aplica a igreja evangélica no Brasil hoje.

A proliferação de igrejas, de pastores, de seminários e de evangélicos, deve ser vista pelo discernimento bíblico.

Julgai todas as coisas recomenda Paulo ( 1Ts 5.21,22). Este julgamento não é um exercício de intolerância religiosa ou do sentimento de se achar superior ou melhor do que o outro. Não estou falando do julgamento hipócrita condenado por Jesus ( Mt 7.25). Trata-se de discernimento espiritual. Com oração e leitura bíblica, mais a sabedoria do Espírito Santo precisamos distinguir o falso do verdadeiro evangelho.

Paulo viveu num contexto de muita confusão religiosa, onde o Cristianismo buscava lançar raízes na sociedade. Por isso ele inicia a carta aos Romanos dizendo que era portador do Evangelho de Deus. No trecho de 1.1-17, ele presenta as características deste Evangelho.
Devemos tomar muito cuidado com os falsos obreiros, e ouvir o que eles realmente estão pregando!







 Pastor Martins